terça-feira, 4 de dezembro de 2018

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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Vídeos sobre Roraima (Painel do Paim)

domingo, 4 de novembro de 2018

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Suplente toma posse no lugar de vereador afastado pela Justiça de RR

Thiago Fogada (PTC) assumiu o cargo na manhã desta quarta-feira (11).
Vereador Adelino Neto (PSL) é acusado de fraude em aluguéis de carros.


O vereador Thiago Fogaça (PTC) tomou posse na manhã desta quarta-feira (11) na Câmara Municipal de Boa Vista. Ele assume o lugar de Adelino Neto (PSL) afastado pela Justiça na sexta (10) acusado de fraudar aluguéis de carros.
Fogaça recebeu 1.183 votos nas eleições de 2012, e era suplente dos vereadores Adelino Neto e Mauricélio Fernandes (PMDB). Com o afastamento de Neto, ele passa a ocupar a vaga.
À imprensa, o novo vereador afirmou que deve aproveitar os últimos meses antes das próximas eleições para "trabalhar em prol do povo". Ele afirmou que deve adotar uma postura neutra frente ao Executivo municipal.
"Vamos aos bairros para reivindicar aquilo que os moradores precisam e atuar na fiscalização do Executivo", frisou, acrescentando que vai levantar as bandeiras da juventude, Educação e Saúde. "Vamos plantar sementes para colher lá no futuro".
Sobre o afastamento de Neto, o parlamentar afirmou "estar triste pelo caso". "Temos que ser transparentes e trabalhar para o povo, não para o próprio bolso", declarou.
Adelino Neto, que era presidente da Comissão de Defesa do Consumidor e vice na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar e membro da Comissão, foi afastado após decisão da Justiça.
Neto foi acusado pelo Ministério Público de Roraima (MPRR) de usar falsos aluguéis de carros de R$ 7,5 mil para garantir o recebimento de verbas indenizatórias. Ao todo, ele teria ganhado R$ 112 mil com o esquema que tinha participação do pai dele e de outras duas pessoas. A determinação da Justiça também prevê o bloqueio de bens de todos os envolvidos.
Posse pode ser revertida, diz presidente da Câmara
Conforme o presidente da Câmara Edilberto Veras (PSDC) a posse de Fogaça pode ser revertida caso o parlamentar recorra da decisão.
"Se isso ocorrer, teremos que dar posse novamente a Neto", pontuou Veras. Caso Fogaça permaneça no cargo, a Câmara deve convocar novas eleições para compor as vagas deixadas pelo vereador afastado nas Comissões de Ética e de Defesa do Consumidor.
Questionado sobre as intimações entregues à Justiça a seis vereadores na terça-feira (10), o presidente da Casa informou não ter conhecimento do teor das notificações. "Não sei o que chegou para eles, mas sei que eles certamente devem recorrer dessas intimações para sanar esses problemas".
g1globo
Postado por: Ygor I. Mendes

sábado, 7 de maio de 2016

Após chuvas, Femarh deve voltar a emitir licenças para queimadas em RR

Produtor rural deve solicitar autorização de queimada controlada na Femarh.
Decisão foi tomada nesta sexta (6) durante reunião em Boa Vista.

A emissão de licença para a realização de queimadas controladas em Roraima deve voltar a ser autorizada pela Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh).
A decisão foi tomada nesta sexta-feira (6) durante reunião do Comitê Gestor de Prevenção aos Incêndios Florestais, em Boa Vista.
O calendário foi suspenso em janeiro devido a forte estiagem, as altas temperaturas e a baixa umidade do ar que afetou o estado. O produtor rural que quiser fazer a queima deve procurar a Femarh para solicitar a licença.
A decisão de volta a emitir as licenças ocorreu após as chuvas dos últimos dias que reduziram os focos de calor.
"Teve também muita procura de produtores que usam o fogo como ferramenta e após reunião de deliberação com órgãos ambientais foi decidido que poderia autorizar. Foi uma demanda vinda dos produtores", explica Mazenaldo Costa, diretor de monitoramento e controle ambiental da  Femarh.
Conforme a Femarh, as autorizações que foram suspensas durante o período de estiagem perderam a validade e com isso, todos os produtores fazer todo o processo de solicitação novamente.
O produtor que fizer queimada sem a autorização da Fundação estará sujeito a pagar uma multa que começa em R$ 1 mil, se for dentro da área útil. Se for dentro de área de reserva legal, ou de Área de Preservação Permanente (APP), que são as matas ciliares, as encostas de morros ou serras, a multa chega a R$ 5 mil por hectare.
G1GLOBO
Postado por: Ygor I. Mendes

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Cobertura vacinal em MS ainda é subnotificada, explica Saúde


Nesta quarta-feira, cobertura é de 30%, em MS.
A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul informou, por meio da assessoria de imprensa, que o índice baixo de cobertura vacinal informado nesta terça-feira (03) pelo Ministério da Saúde se deve às dificuldades de municípios em atualizarem o sistema.
Mato Grosso do Sul, conforme tabela informada pelo Ministério, figura como a segunda Unidade da Federação com o menor índice: 20,6%, atrás somente de Roraima, 19,6%. A média nacional, na ocasião de fechamento dos dados, era de 43% da população prioritária, que são profissionais desaúde, crianças entre seis meses e cinco anos incompletos, gestantes, indígenas, pessoas com doenças crônicas e as privadas de liberdade. O total de doses destinadas ao Estado para a campanha de 2016 é de 722.200, mas ainda são esperados 30% deste volume.
Os dados atualizados nesta quarta-feira (04) pelo Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações já apontam 30,27% de cobertura em Mato Grosso do Sul. Entre o público prioritário, a maior taxa de cobertura é de puérperas (40,35%), seguidas de profissionais de saúde (37,97%). A cobertura vacinal de indígenas é a menor (5,29%). Um dos exemplos mencionados pela SES é justamente Dourados, que concentra uma das maiores reservas indíginas, município em que há defasagem de pessoal para a alimentação dos bancos com agilidade, após as ações de vacinação nos polos.
Campo Grande News
Postado por: Ygor Mendes Iavdosciac

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Em 10 anos, homicídio de mulheres cresce 500% em Roraima, diz estudo

Dados fazem parte do Mapa da Violência 2015 divulgados nesta segunda.
Em 2013, último ano do estudo, estado teve taxa de 15,3 a cada 100 mil.

Emily Costa Do G1 RR
De acordo com levantamento, três em cada cinco jovens já foram agredidas (Foto: Cláudio Nascimento/TV TEM) 
De acordo com pesquisa, número de homcídios de
mulheres cresceu 343% em 10 anos no estado
(Foto: Cláudio Nascimento/TV TEM)

O número de homicídios contra mulheres cresceu 500% nos últimos dez anos em Roraima, conforme o "Mapa da Violência 2015: Homicídios de Mulheres no Brasil". O estudo, divulgado nesta segunda-feira (9), revela que entre 2003 e 2013, o número de homicídios de mulheres pulou de 6 para 36 no estado. Veja o Mapa da Violência completo.
Os dados colocam Roraima no topo do ranking de crescimento de assassinatos de mulheres no Brasil durante o período. Conforme a pesquisa, em 2003 foram 6 homicídios e em, 2013 36 casos.
Ao considerar as taxas dos estados com mais de 100 mil habitantes, Roraima também ocupa o primeiro lugar, com uma taxa de 15,3 homicídios e crescimento de 349%. O estado é seguido pelo Espírito Santo (9,3), Alagoas (8,6), Goiás (8,6) e Acre (8,3).
Na lista de capitais, Boa Vista também fica entre as três primeiras cidades onde ocorreram mais mortes. Em 2003 foram apenas quatro casos, enquanto que em 2013 foram 14. Os números representam um aumento de 250% no índice de homicídios na capital.
Mulheres negras são as principais vítimas
O Mapa da Violência também revelou que as mulheres negras foram mais vitimadas pelo crime de homicídio no período pesquisado. Entre elas também houve maior crescimento no estado. Em 2003 cinco mulheres negras foram mortas, enquanto quem em 2013, o número subiu para 14, gerando um crescimento de 180%.

Entre as mulheres brancas os índices são bem menores: em 2003 foi apenas um caso e uma década depois nenhum homicídio foi registrado. Com isso, o dado não teve nem queda, nem aumento no período analisado.
Agressores
O estudo mapeia ainda se os agressores são pessoas conhecidas ou desconhecidas das vítimas. Em grande parte do país, os principais agressores são conhecidos, o que comprova que a violência contra mulheres acontece mais frequentemente em ambientes conhecidos das vítimas.

Em Roraima, no entanto, os números não são tão diferentes: em 2013, 5.841 mulheres foram agredidas por pessoas desconhecidas, enquanto que apenas 5.815 sofreram violência por parte de conhecidos.
Ainda segundo a pesquisa, a quantidade de mulheres atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) vítimas de violência em Roraima foi 202% superior a de homens. Enquanto foram 628 mulheres atendidas em 2014, 211 homens receberam o mesmo tipo de atendimento.
O que o Governo diz
Em entrevista ao G1, a coordenadora geral de Políticas Públicas para as Mulheres, Maria Eva Barros Ferreira, disse que o estado está trabalhando para reduzir os dados e proteger a população feminina, uma vez que os altos números registrados no estado podem ser associados a falta de políticas públicas exclusivas para as mulheres.

"Penso que o que pode ter levado a esses altos números foi a falta de gestão específica para políticas públicas voltadas as mulheres. Acredito nisso, porque já existem outras instituições voltadas a isso, mas faltava um trabalho direcionado, um olhar especial para essa questão", declarou.
Em contrapartida, ela afirma que desde o início do ano, várias atividades foram iniciadas pelo governo do estado no sentido de evitar a violência contra as mulheres. Dentre elas, está a construção da Casa da Mulher Brasileira, além de melhorias nas instalações do Instituto Médico Legal (IML), onde as vítimas de violência costumam ser recebidas.
"Realizamos palestras em escolas e trabalhamos para implentar o programa 'Patrulha da Maria da Penha' que consiste em colocar tornozeleiras nos agressores e fornecer dispositivos às vítimas. Desta forma, quando houver medida protetiva, o agressor fica totalemte impedido de se aproximar da mulher, e caso o fizer, um alarme automático acionará a polícia", detalhou.
Ainda segundo Eva, com a implentação de novos mecanismos de proteção à mulher, a expectativa é reduzir os casos de violência de imediato. "Trabalhamos no sentido diminuir drásticamente esses índices no menor tempo possível", encerrou.
Mapa da Violência
O estudo é de autoria do sociólogo argentino Julio Jacobo Waiselfisz, radicado no Brasil, e analisa dados oficiais nacionais, estaduais e municipais sobre óbitos femininos no Brasil entre 1980 e 2013, passando ainda por registros de atendimentos médicos.

O Mapa da Violência é elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) e o o lançamento da pesquisa conta com o apoio do escritório no Brasil da ONU Mulheres, da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) do Ministério das Mulheres, da Igualdade  Racial e dos Direitos Humanos.